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Câmara de SP terá volta gradual de serviço presencial a partir de segunda; Alesp retoma atividades apenas virtualmente

Embora plano do governo estadual tenha permitido a flexibilização da quarentena na capital, prefeitura de São Paulo decidiu prorrogar restrições até 15 de junho. Plenário da Câmara Municipal de São Paulo Bárbara Muniz Vieira/G1 A Câmara Municipal...


Embora plano do governo estadual tenha permitido a flexibilização da quarentena na capital, prefeitura de São Paulo decidiu prorrogar restrições até 15 de junho. Plenário da Câmara Municipal de São Paulo Bárbara Muniz Vieira/G1 A Câmara Municipal de São Paulo informou no Diário Oficial deste sábado (30) que vai retomar gradualmente as atividades presenciais de servidores a partir da próxima segunda-feira (1). O acesso ao público, no entanto, continuará fechado. Os trabalhos presenciais estavam suspensos desde março para evitar a propagação do novo coronavírus. Segundo a Câmara, a volta será realizada com quantidade mínima de servidores que garanta o funcionamento da unidade, observando cuidados para evitar aglomerações e com obrigação de uso de máscaras nas dependências. Nos gabinetes dos vereadores será organizado sistema de rodízio, com quantidade máxima de 20% dos servidores e 30% dos estagiários em trabalho presencial concomitante. Nos dias em que o servidor estiver dispensado do exercício presencial, deverá cumprir jornada em regime de teletrabalho. A Assembleia Legislativa de São Paulo também anunciou a retomada das atividades a partir de segunda-feira, mas apenas em ambiente virtual. Embora as sessões plenárias estivessem mantidas por meio de teleconferência, os projetos levados a plenário tramitaram em regime de urgência. Um exemplo é a proposta que antecipou o feriado estadual de 9 de julho para 25 de maio. Segundo o presidente da Alesp, Cauê Macris (PSDB), atividades como reunião de comissões serão retomadas e os projetos tramitarão conforme prazos previstos no regimento interno. Tanto a Câmara quanto a Alesp aprovaram cortes nos salários e nas verbas de gabinete por conta da pandemia. Assembleia Legislativa de SP volta às atividades de forma virtual na segunda-feira Quarentena prorrogada em SP A Prefeitura de São Paulo publicou neste sábado (30) um decreto que prorroga a quarentena na capital paulista até o dia 15 de junho e define as regras que estabelecimentos terão que cumprir para poderem reabrir. Com isso, permanece proibido o atendimento ao público em todos os estabelecimentos comerciais de atividades consideradas não essenciais. A flexibilização na cidade de São Paulo a partir de 1º de junho foi autorizada pelo governo de São Paulo, mas o prefeito Bruno Covas (PSDB) já havia anunciado que as atividades só seriam retomadas após aprovação da prefeitura de propostas sanitárias apresentadas pelos setores econômicos. No plano de reabertura econômica anunciado por João Doria (PSDB) na quarta-feira (27), a capital paulista foi colocada em fase de controle (laranja), ou seja, com possibilidade de liberações de alguns setores: shoppings, comércio, escritórios, atividades imobiliárias e concessionárias. Embora o plano estadual defina quais regiões podem começar as liberações, cabe aos prefeitos a decisão de como será feita a reabertura. Ao contrário da capital, as outras cidades da Região Metropolitana foram classificadas em fase mais restritiva e pressionam o governo para que a liberação seja autorizada. De acordo com o decreto de Covas deste sábado, as atividades permitidas pela fase laranja só serão liberadas após a apresentação pelos setores de uma proposta à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET) contendo: Protocolos de distanciamento, higiene e sanitização de ambientes; Protocolos de orientação de clientes e colaboradores; Compromisso para testagem de colaboradores e/ou clientes; Horários alternativos de funcionamento (escalas diferenciadas de trabalho) com redução de expediente. Sistema de agendamento para atendimento; Protocolo de fiscalização e monitoramento pelo próprio setor (autotutela); Esquema de apoio para colaboradores que não tenham quem cuide de seus dependentes incapazes no período em que estiverem fechadas as creches, escolas e abrigos (especialmente as mães trabalhadoras). Se a proposta for aprovada, ela será enviada para análise da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), que analisará os aspectos técnicos do protocolo sanitário. Após a manifestação da Covisa, o gabinete do prefeito celebrará o termo de compromisso com o setor. Os estabelecimentos poderão retomar o atendimento presencial ao público quando o termo de compromisso for publicado. As subprefeituras serão responsáveis por fiscalizar se os estabelecimentos estão cumprindo as normas. O decreto da prefeitura também define que, na fase laranja, os estabelecimentos terão que reduzir sua capacidade em 20% e horário de atendimento para apenas 4 horas seguidas. Prefeitura de São Paulo prorroga quarentena até 15 de junho Initial plugin text

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